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OLHO DE HÓRUS

OLHO DE HÓRUS
Tambem conhecido como "Udyat", o Olho de Hórus tem o significado de poder e protenção, relacionado ao Deus Hórus. Era um dos mais poderosos amuletos usados no Egito em tdas as épocas.

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sábado, 14 de novembro de 2015

Pratique o nadismo

Pratique o nadismo

publicado em literatura por Leonardo Moura

Dê um espaço para a sua mente: não leia, não veja TV, não a estimule com nada. Para o neurocientista Andrew Smart, isto é altamente benéfico.

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Que tal não fazer nada nesse fim de semana? Não ler, não meditar, não ver TV, não ouvir música, não assistir a um filme, não interagir com ninguém… Enfim, não fazer nada de verdade. Os praticantes do nadismo, em algumas cidades do mundo, combinam o ato de ir a um parque, levar uma toalha, esticar-se na grama sozinhos e não fazer absolutamente nada. A prática é altamente saudável. E é promovida no livro-manifesto do neurocientista Andrew Smart, Autopilot, publicado em 2013 pela editora americana especializada em livros polêmicos, a OR Books.

Autopilot é simples de ler, além de rápido, divertido e, acima de tudo, criterioso. Smart, que hoje trabalha na Novartis, aponta todos os elementos científicos e positivistas que comprovam que não estimular certas partes do cérebro todo o tempo é muito importante para o desenvolvimento da humanidade. Para simplificar a neurociência do autor: vivemos num mundo altamente estimulante ao córtex pré-frontal. O córtex pré-frontal é a parte do cérebro mais associada às tomadas rápidas de decisão, aos momentos passageiros, à administração dos estímulos com senso de urgência e, também por isso, é a área que menos tem registro de tempo, fruição e conexão com emoções passadas. Sabe quando a gente passa o dia inteiro atendendo a demandas do trabalho, respondendo a mensagens no WhatsApp e tentando dar conta das atividades do dia? Estamos estimulando muito esta região e, por isso, temos a sensação de que o dia voou e mal o sentimos passar. E não é difícil imaginar porque meses, anos e toda a nossa vida voa se acumulamos dias e mais dias vivendo desta forma.

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Já o hipotálamo é a parte do cérebro que se conecta ao passado e a emoções mais profundas. Contém memórias adquiridas na infância que nem sempre sabemos como lidar ou nomear. É a partir delas que temos a conexão com o que imaginamos para o nosso futuro. Pensar o futuro é querer resgatar algo que está bem construído no passado ou que, de alguma forma, sentimos falta por já termos de certa maneira vivido ou desejado. Aconchego, segurança, notoriedade: tudo isto está em conexão com sentimentos mais primitivos que tentam evitar qualquer sensação de desamparo. Acionar o hipotálamo traz a sensação de resgate de quem somos e, por isso, nos dá a sensação mais lenta da passagem de tempo. Não é raro ver executivos, artistas ou amigos buscando introspecção, silêncio, retiros e spas. Muitos deles não sabem o que buscam, mas buscam, no fundo, a marca do tempo de maneira mais profunda e real. Também não é difícil de ouvir, entre eles, os que pularam fora do retiro muito antes do prazo que combinaram consigo para a atividade, tamanha foi a angústia de estar num espaço sem se dedicar a estímulos rápidos dando respostas instantâneas.

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Em 2013, o comediante americano Louis C.K. explicou durante o talk show de Conan O Brian por que não daria celulares para seus filhos, que ainda não estavam nem no colegial. Louis dizia, sabiamente, que seus filhos perderiam a capacidade de empatia se não olhassem os olhos de outros seres humanos quando falassem de emoções. Para ele, como suas crianças iriam entender se o que os outros expressavam era bom ou ruim se não pudessem dar a atenção devida ao ser humano à sua frente por estarem focados numa tela de smartfone? O reconhecimento das emoções no outro é o que nos faz nomear nossas próprias emoções e nos ajuda a nos constituir enquanto indivíduos que podem entender nossa própria maneira de atuar e saber pelo que estamos passando a cada momento, seja ele bom ou ruim.

Entrar em contato com emoções passadas que não tivemos tempo de entender enquanto crianças e, com a nossa história, elaborar, é de fato angustiante. É por isso que é tão interessante praticar o nadismo. Deixar a angústia aparecer não é ruim. O importante é não pulá-la ou querer rapidamente taponá-la, mas, sim, com ajuda, querer saber entendê-la, nomeá-la e conviver da melhor forma com quem você é.

 

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Leonardo Moura

Leonardo Moura é o carioca mais paulistano que existe. É jornalista, publicitário e psicanalista.
Saiba como escrever na obvious.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

NÃO DEIXE PARA AMANHÃ O QUE VOCÊ PODE DEIXAR PRA LÁ

NÃO DEIXE PARA AMANHÃ O QUE VOCÊ PODE DEIXAR PRA LÁ

publicado em recortes por Marcel Camargo

"Ficarmos remoendo, passivamente, o que fizemos ou não, o que fizeram conosco, o que dissemos ou deixamos de dizer, os amores que se perderam, o que não foi mas deveria, sem digerir tudo isso em favor de nosso ir em frente, apenas servirá como peso catalisador de tristeza sem fim. E gente triste não avança, não compartilha, não cresce nem encontra o novo, o recomeço."

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Muito já se disse e se escreveu sobre a necessidade de nos desapegarmos de tudo o que não faz mais sentido em nossas vidas e, mesmo assim, continuamos acumulando bagagens inúteis e que emperram o fluxo de nosso caminhar. Retemos dentro de nós mágoas, ressentimentos, utopias, promessas vazias, alimentando o que já se foi em vão. Temos, em vez disso, que aprender a jogar fora o que está obstruindo o nosso respirar, sem titubear.

Assim como os ambientes ficam intransitáveis, quando lotados de quinquilharias, nossos sentidos também não conseguem se renovar, se perdidos em meio a sentimentos negativos guardados dentro de nós. Por mais que seja difícil, é preciso deixar que as coisas vão embora e saiam de nós, para que possamos deixar nosso caminho livre para receber novidades que nos acrescentarão em todos os aspectos.

É preciso ter discernimento para saber o que merece ser mantido guardado conosco a sete chaves e o que deve ser deixado para trás, longe de nossas vidas, distante de nossa alma. Ficarmos remoendo, passivamente, o que fizemos ou não, o que fizeram conosco, o que dissemos ou deixamos de dizer, os amores que se perderam, o que não foi mas deveria, sem digerir tudo isso em favor de nosso ir em frente, apenas servirá como peso catalisador de tristeza sem fim. E gente triste não avança, não compartilha, não cresce nem encontra o novo, o recomeço.

Nossa felicidade também depende dos reveses que nos vitimam, para que se torne ainda mais especial quando se instala em nossas vidas. Todas as dificuldades por que passamos ajudam-nos a sorver os momentos felizes com mais intensidade e clareza, pois, tendo experimentado o gosto amargo da vida, seremos mais fortemente impelidos a buscar o sabor doce que os momentos certos e as pessoas amadas trazem consigo. Estaremos, então, prontos para agendarmos compromissos com tudo aquilo que nos ajudará a buscar a felicidade, desmarcando possíveis desencontros inúteis.

Gastamos muita energia à toa com gente que não nos ama, com coisas de que não precisamos, com sentimentos que só nos atrasam o enriquecimento pessoal. Em contrapartida, perdemos a chance de encontrar pessoas que nos amarão de verdade, de cultivar sentimentos positivos e edificantes, de contemplar a beleza do mundo ao nosso redor, enfim, deixamos escapar a felicidade que se encontra ao nosso dispor, todos os dias.

Não podemos deixar de nos importar com tudo e com todos, adotando uma postura fria e distante, para evitarmos o acúmulo de tranqueiras emocionais. Da mesma forma, não basta negar e enterrar o que de ruim nos acontece, sem o enfrentamento necessário daquilo tudo, para que não haja pendências. Devemos, sim, lidar com toda a nossa bagagem, corajosamente, libertando-nos de amarras vãs, de pesos inúteis, de lembranças doloridas, pois somente assim estaremos inteiramente prontos para receber o melhor que a vida nos reserva. E, acredite, tem muita coisa boa reservada para cada um de nós.

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Marcel Camargo

"Escrever é como compartilhar olhares, tão vital quanto respirar".
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

VOCÊ FAZ PARTE DOS 5%?

VOCÊ FAZ PARTE DOS 5%?

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"Os pequenos detalhes deixam grandes marcas." Marcio Kühne

DEPOIS de tentar, educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, certo professor universitário disse: "Desde que comecei a lecionar, e isso ja faz muitos anos, descobri que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro. Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença. De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de cem conhecidos, quando muito, cinco são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança. E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora. Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje". O silêncio se instalou na sal a e o nível de atenção foi total.

Se você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença, procure ser especial em tudo o que faz. Desde um simples bilhete que escreve, às coisas mais importantes, faça com excelência. Não importa o que você faz, mas como faz. Seja alguém que faz a diferença. Alguém que com sua ação torna a vida das pessoas melhores.

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Assunto: [Norton AntiSpam]Você faz parte dos 5%?De: Marcio Kühne Palestrante
Data: 10/16/15 19:10:07
Para: neveo@terra.com.br
Assunto: [Norton AntiSpam]Você faz parte dos 5%?

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domingo, 4 de outubro de 2015

O BAMBU CHINÊS

O BAMBU CHINÊS

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"Para sentir a vida pulsando nas veias é necessário persistência, o fôlego a mais que nos permite ir além." Marcio Kühne

 

DEPOIS de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente cinco anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto à partir do bulbo. Durante cinco anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do quinto ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros. O escritor Stephen Covey escreveu: "Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará, e com ele virão u m crescimento e mudanças que você jamais esperava." O bambu chinês nos ensina que não devemos desistir facilmente de nossos projetos, de nossos sonhos e diante das dificuldades que surgirão.

Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida: a persistência e a paciência. É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

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De: Marcio Kühne Palestrante
Data: 03/10/2015 21:10:10
Para: neveo@terra.com.br
Assunto: [Norton AntiSpam]O bambu chinês

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

7 segredos que os pilotos de avião não contam aos passageiros

 

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"Boa Tarde! Aqui quem fala é o comandante!" Isso é o que costumamos ouvir durante os vôos, assim como aqueles avisos  do tipo "apertem os cintos, a aeronave passará por uma região de turbulência", ou "pouso autorizado"... mas apesar da falação sem limites de muitos pilotos, todos temos a impressão de que as coisas que realmente interessam não são ditas pela tripulação...
Os grandes segredos do pessoal de bordo já não são tão secretos assim, afinal, algumas pessoas acabam divulgando essas informações, e com a ajuda da internet, elas acabam se espalhando por aí, mas mesmo assim, elas são consideradas confidenciais pelas empresas aéreas.
Reunimos aqui informações de diversos fóruns especializados e divulgações publicas diversas disponíveis na internet, e você vai se surpreender com esses detalhes sigilosos...

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Confira os 7 maiores segredos que os pilotos e as Companias Aéreas não contam aos passageiros!

7 - O sinal do cinto de segurança é esquecido frequentemente

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"Esquecemos o sinal de apertar os cintos de segurança frequentemente, pois em meio a tantas tarefas consideradas 'mais importantes', essa passa despercebida", afirma um piloto anônimo no fórum de perguntas do site Quora. "Algumas vezes esquecemos de acender as luzes do cinto de segurança, e às vezes esquecemos de desligá-las... isso é bem comum".

6 - O maior perigo não é a turbulência

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Se você sempre achou que o avião poderia cair facilmente quando chacoalham intensamente no ar, você está errado, pois o risco nesses momentos turbulentos não chegam nem perto do pouso e da decolagem. Segundo o piloto Patrick Smith, as turbulências praticamente não representam perigo à aeronave. Por outro lado, os momentos mais tensos são o pouso e a decolagem. "Esses sim oferecem um risco maior, e pedem 100% da atenção dos pilotos".

5 - Os raios atingem os aviões frequentemente

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Um avião sofre os efeitos de um raio pelo menos uma vez por ano. "Meu pai foi piloto por 20 anos, e segundo ele, os aviões são sacudidos por raios o tempo todo", conta um usuário do Reddit.

4 - Evite tomar o cafezinho a bordo

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Segundo um piloto anônimo do fórum de perguntas e respostas do Quora, é melhor não experimentar o café servido pelos comissários em pleno vôo, isso porque a água potável servida no avião não é nada agradável, pois "é tratada com produtos químicos pesados para que não floresçam bactérias indesejáveis. O gosto ruim do café do avião não é do café em si, mas sim da água utilizada...

3 - Celulares ligados dentro do avião não vão fazê-lo cair

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Os comissários de bordo sempre solicitam o desligamento de aparelhos celulares durante o vôo, mas na verdade, eles não representam uma ameaça séria para a aeronave. Recentemente, vários países do mundo, inclusive o Brasil, estão liberando o uso de celulares e outro dispositivos durante os vôos, afinal, segundo usuários do Quora, alguns pilotos utilizam seus telefones quando estão sem comunicação na aeronave, por exemplo...

2 - A comida do piloto é um grande segredo!

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Na hora da refeição, o piloto e o co-piloto recebem comidas diferentes, e eles são proibidos de dividir suas refeições e guloseimas. Essa norma deve, e é cumprida, a risca para o bem de todos a bordo, afinal, se algum prato ou alimento não estiver bom (por motivos naturais ou não), o outro estará de pé para concluir o voo (e principalmente o pouso). A comida que sobra também não pode ser jogada no lixo ou armazenada para consumo posterior, pois caso seja necessário, ela deverá (e será) enviada para análise.

1 - As janelas da aeronave devem ficar abertas durante o pouso e a decolagem por um motivo de segurança!

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Sabe aquele momento que você está tentando tirar um "cochilinho" e a aeromoça corta seu barato pedindo para você abrir a janela? Na verdade, isso é uma regra que é levada a risca por TODAS as companias aéreas durante o pouso e a decolagem. Isso acontece porque, como esses momentos são os mais perigosos (e tensos), a tripulação deve ficar atenta para perceber alguma turbina em chamas, ou se algum flap não está funcionando corretamente, assim, elas imediatamente avisam os pilotos se necessário.

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Pronto, agora você já está preparado(a) para voar com toda a experiência que um verdadeiro tripulante possui. E mesmo que esses fatos pareçam amedrontador, não se preocupe, afinal, embora seja difícil de acreditar, segundo diversas pesquisas internacionais, voar de avião ainda é o meio de transporte mais seguro do mundo.

Fonte = http://www.curtoecurioso.com/2014/12/7-segredos-que-os-pilotos-de-aviao-nao.html

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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Esta é a receita mais fácil para você fazer um delicioso pão caseiro

 

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Quase todos nós adoramos comer pão.
Mas, infelizmente, o pão que se vende nas padarias e supermercados não é nem um pouquinho saudável.
Para começo de converso, eles não são naturais.
Há o uso de aditivos químicos e alguns deles até proibidos, como é o caso do bromato de potássio.
O bromato aumenta o rendimento da massa de pão em até 30%.
Ele está proibido porque faz muito mal à saúde: ataca o fígado, os rins e o sistema nervoso central, além de destruir as vitaminas do complexo B.
É um agente oxidante que reage com a proteína do trigo, o glúten.
Em contato com o glúten, o bromato de potássio produz oxigênio e isso faz produzir bolhas grandes de ar e um pão aparentemente maior.
Portanto, se você consumir um pão que, ao ser cortado, se esfarela facilmente e apresenta pouco miolo e muita casca, esse pão pode conter bromato.
Apesar de proibido, muitos comerciantes gananciosos ainda usam o bromato, pois ele aumenta o rendimento da produção, como vimos, em até 30%.
Ou você nunca viu um pão que só tem casca e não tem miolo?
O melhor mesmo é produzir nosso pão em casa.
E, com esta receita, você vai ver como é fácil.
Mas não exagere.
Este pão é tão fácil e delicioso que você vai querer fazê-lo todos os dias.
Mas não devemos abusar do consumo de nenhum pão.
Mesmo quando ele é caseiro e não contém aditivos como o bromato de potássio.
Então, anote a receita e, depois, ponha a mão na massa.
Já podemos imaginar o cheirinho de pão fresco invadindo a sua cozinha...

INGREDIENTES
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher (chá) de sal marinho
1 xícara de água morna
1 colher (chá) de açúcar
1 colher (chá) de fermento biológico seco
1 colher (sopa) de manteiga na temperatura ambiente
MODO DE PREPARO
Misture o açúcar e a água em uma tigela pequena.
Espere até que ele fique dissolvido.
Adicione o fermento à misture e espere 10 minutos.
Pegue uma tigela maior e misture a farinha e o sal.
Se a mistura do fermento já estiver espumosa, adicione-a à tigela com a farinha e mexa até que fique uma massa compacta.
Cubra-o com um pano e espere crescer por uma hora em um lugar quente.
Passado esse tempo, use uma colher (sopa) de manteiga para untar a fôrma de pão.
Faça pequenos furos na massa com um garfo e coloque-a na fôrma untada.
Deixe crescer por mais 30 minutos e depois coloque no forno.
Enquanto isso, ligue o forno em 220 graus Celsius e espere até que ele fique aquecido.
Passados os 30 minutos do segundo crescimento e com o forno já aquecido, coloque o pão para assar.
Depois dos primeiros 15 minutos, reduza o fogo para 190 graus e asse por mais 15-17 minutos.
Quando o pão estiver cozido, tire-o do forno e espere esfriar por uns 10 minutos.
Agora ele está pronto para ser servido!

Fonte = http://www.curapelanatureza.com.br/2015/09/esta-e-receita-mais-facil-para-voce.html

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terça-feira, 8 de setembro de 2015

ACEITO A IDOSIDADE, RECUSANDO A VELHICE

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ACEITO A IDOSIDADE, RECUSANDO A VELHICE

Marcial Salaverry

Adotei como lema um pensamento muito interessante, de Oliver Wendel Thomas:

"Jamais serei velho.  Para mim, a velhice é sempre 15 anos mais do que eu tenho..."

Sábias palavras. Os anos que chegam, podem deixar-nos idosos, mas as pessoas que se consideram velhas com a simples passagem do tempo, realmente são velhas.

No que me tange, a simples passagem do tempo trouxe-me apenas uma  única consequência determinando algumas limitações físicas, que são muito bem compensadas pela larga experiência que os anos me trouxeram.

Experiência essa que me permite dosar com muita inteligência as limitações físicas, e assim eu posso fazer quase tudo que fazia antes, justificando os dizeres de uma de minhas camisetas "SEXAGENÁRIO (Agora septuagenário), MAS COM (QUASE) TUDO FUNCIONANDO".  As perguntas maldosas sobre o "quase", respondo que o probleminha é o joelho, que já não é mais o mesmo...

Além do que, crianças, o mais importante é a IDADE ESPIRITUAL.  Há que se conservar  o espírito jovem, não se entregando jamais, e isso é o que nos mantém vivos e espertos.  Nesse ponto, a Internet ajuda muito, pois sempre está nos estimulando a pensar, mantendo-nos em constante atividade mental e possibilitando fazer novas amizades com pessoas que, se estão longe fìsicamente, chegam a fazer com que sintamos a presença a nosso lado, tal a afinidade espiritual existente.

Então, com a mente aberta, e com a juventude eterna em nossos corações, tenhamos todos UMA LINDA E JOVEM SEMANA.

Falando em idade, vem a historinha daquele senhor de uma idade certa que, após sofrer uma operação no coração, diz ao médico que sua esposa não quer fazer sexo com ele, pois tem medo que ele morra, e pede que o médico escreva um bilhete, dizendo que está tudo OK.  O médico então inicia o bilhete: "Cara Sra. Martins...", e nosso herói interrompe, dizendo: "Doutor, ao invés de Sra. Martins... coloque: A quem interessar possa...”.

Edição de Texto : Walkyria Garcia
08/09/2015

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segunda-feira, 7 de setembro de 2015

LINDO DIA 7 DE SETEMBRO

LINDO DIA 7 DE SETEMBRO

 

- Caramba, é só reclamação que ouvimos Rainha Menina – diz a Princesa Criança.

- Só reclamação? Não, ouvimos reclamações mas não só isso.

- Quase isso! Tenho muita pena dos aposentados. Trabalharam toda uma vida, pagaram os encargos durante toda uma vida, para no final dela receberem apenas para sobrevivência. Êita políticos sem noção.

- Será os políticos que não tem noção ou quem os elege?

- Rainha minha, não terá remédio eficaz para isso?

- Você conhece Rui Barbosa?

- Claro que sim. Rui Barbosa foi um político, diplomata, advogado e jurista brasileiro. Representou o Brasil na Conferência de Haia, sendo reconhecido como "O Águia de Haia. E também foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras.

- Muito bem criança. Há uma lenda sobre Rui Barbosa que diz direitinho sobre politicos e eleitores. Vou te contar:

"Diz a lenda, que Rui Barbosa ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.

Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.

  Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe:

Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos  bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndido da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.

  Se  fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado,  dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te  reduzirei à qüinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:

-Doutor, eu levo ou deixo os patos?”

- Isso quer dizer...

- Quer dizer que falta cultura para o povo menina. Não conseguem ao menos entender as propostas, e ficam na mesmice do voto de cabresto.

- Voto de cabresto? Mas quem usa cabresto não é o burro?

- É, e também os eleitores que escolhem mal seus representantes. No depois não adianta chorar o leite derramado.

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Texto : Walkyria Garcia

07/09/2015

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domingo, 6 de setembro de 2015

QUE SAUDADE DE VOCÊ, MEU BRASIL

QUE SAUDADE DE VOCÊ, MEU BRASIL

Sá de Freitas.

Ganho distância nos confins do meu Brasil,

A percorrê-lo com a mente ansiosa,

Buscando encontrar, sem mais demora,

A paz...

Não a paz para mim, pois já a tenho

No coração, talvez porque eu amo,

Sem me importar se sou amado ou não.

Busco a paz para a Pátria em convulsão,

Que se debate em meio da violência,

Tão Incapaz.

A fome se alastra pelos lares,

Morre gente por falta de assistência,

Ou nas mãos de bandidos insensíveis;

A Lei dormita no berço do descaso,

Embalado pelas mãos dos gananciosos,

No poder.

Que saudade de você, meu Brasil,

Quando era BRASIL.

Samuel Freitas de Oliveira

Avaré-SP-Brasil

 

Edição de Texto : Walkyria Garcia

06/09/2015

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*Kodoish,Kodoish,Kodoish Adonai Tsebayoth*

“Cativar é ser o outro, quando as almas deixam de ser duas ou três

( ou mais ) para serem apenas uma”

*Luiz Poeta*
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quarta-feira, 10 de junho de 2015

8 medos hilários que atrasaram o progresso da humanidade

8 medos hilários que atrasaram o progresso da humanidade

Publicado em 25.04.2015
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Há duas maneiras igualmente burras de pensar no futuro. Há tanto o otimismo cego de que toda mudança é única e para o melhor (“a invenção da bomba atômica certamente irá acabar com o conceito de guerra para sempre!”), bem como o pânico cego de que cada inovação irá causar o apocalipse.

Mas, ao mesmo tempo, faz sentido a gente se preocupar quando os cientistas começam a produzir linhagens geneticamente modificadas, aranhas mega inteligentes e voadoras etc.

Só que eu APOSTO que você não sabia que coisas tão banais como as abaixo também espalharam o medo pelo mundo:

8. Um dia disseram que a iluminação de rua iria destruir o nosso conceito de dia e noite

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Por milênios, as noites pertenciam a assassinos, pervertidos e ladrões. Naquela época, o pôr do sol era considerado tipo um toque de recolher. As pessoas corriam de volta para suas casas, trancavam as portas e se escondiam debaixo das cobertas, com velas acesas esperando o sol nascer de novo.

A vida era assim até que algumas cidades surgiram com a ideia de iluminação pública, que foi originalmente feita com lâmpadas de gás ao longo das ruas. Além dos benefícios de segurança pública, as pessoas puderam pode finalmente sair de casa sem carregar uma tocha flamejante como se estivessem a caminho de atacar o castelo do Frankenstein.

Quem iria reclamar de uma evolução dessas? Muitas pessoas.

Inclusive muitas autoridades, que se opuseram à essa ideia por razões que vão desde problemas de saúde até implicações teológicas. SIM, também estou chocada.

Por um lado, as pessoas tinham medo de que manter cidades iluminadas após o sol se por criaria uma crise de saúde, como cidadãos que perderiam a hora de dormir perambulando pelas ruas – e isso naturalmente levaria a uma epidemia de resfriados (?).

Quem mais?

Sempre que o assunto é algum tipo de pânico social, tem um personagem que sempre bate cartão. Claro, a Igreja Católica.

Ela se opôs à iluminação pública alegando que Deus muito claramente estabeleceu a delimitação entre o dia e a noite, e colocar luzes após o anoitecer era como cuspir no rosto de Jesus. Em 1831, o Papa Gregório XVI foi ainda mais longe em proibir iluminação a gás nos estados papais, temendo que as horas extras de visibilidade permitiriam uma rebelião contra a Igreja.

Sem surpresa, ele foi incapaz de combater um dos avanços mais básicos e óbvios da civilização humana e, hoje, somos capazes de reclamar de muita luz enquanto estamos tentando dormir um pouco (POR QUE TODOS NOSSOS ELETRÔNICOS BRILHAM NO ESCURO MESMO?).

7. Usar paraquedas era considerado “covardia” entre pilotos dos Aliados

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Em uma lista de equipamento essencial para um piloto de caça, um paraquedas provavelmente estaria no topo. Mas, durante a Primeira Guerra Mundial, quando tínhamos acabado de descobrir como montar aviões com armas para matar outros aviões, comandantes aliados proibiram o uso de paraquedas por seus homens, temendo os possíveis efeitos que tais medidas salva-vidas poderiam ter.

Comandantes aliados, em geral, acreditavam que se um piloto soubesse que tinha mesmo uma chance de sobreviver, ele seria menos propenso a tentar salvar a missão.

E como os aviões biplanos da Primeira Guerra eram construídos principalmente de madeira, lona e a bênção de um sacerdote, ficar no ar e pousar com segurança era basicamente um milagre para começar.

Com o uso do paraquedas proibido, muitos pilotos tinham apenas um futuro possível: queimar vivo e cair rezando para que a queda os matasse rapidamente.

Cruel

Para diminuir o sofrimento, eles carregavam um revólver de serviço na cabine de comando, com uma bala na câmara.

A política contra o paraquedas permaneceu em prática entre os aliados durante toda a guerra e vários anos depois. Pilotos alemães, por outro lado, descaradamente usavam seus paraquedas desde 1916.

6. Alguns temiam que para-raios impediriam a ira de Deus

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A humanidade sempre viveu sob a tirania de um relâmpago que, desde os dias de Zeus, tem sido considerado um claro e direto “f*d*-se” do céu. Então, em 1749, o estadista americano e inventor Benjamin Franklin criou o que hoje conhecemos como para-raios.

O para-raios de Franklin levantou um dedo médio gigante para os céus, redirecionando os ferrolhos inofensivamente para o chão. No entanto, este foi um momento em que um raio ainda era visto basicamente como a responsabilidade dos demônios, e os para-raios foram acusados de causar um terremoto de 1755 em Massachusetts, nos Estados Unidos, devido ao redirecionamento dessas emissões demoníacas para a crosta da Terra.

Da mesma forma, na Boêmia, o padre Prokop Divis tinha inventado um dispositivo semelhante e proporcionado sua instalação ao longo de aldeias vizinhas; logo, os para-raios foram acusados de causar secas por, de alguma forma chocante, jogar a umidade para fora da terra.

Em 1756, para-raios foram derrubadas por multidões de camponeses irritados.

Enquanto isso, em Boston, a invenção de Franklin foi denunciada pelo clero protestante como “varas heréticas” que abriam as portas do castigo divino sobre a cidade, proporcionando relâmpago com um caminho de menor resistência, impedindo assim a ira de Deus de ferir seus pecadores destinados.

Ironicamente, estas varetas de fúria justa sempre pareciam ignorar pubs, casas de jogo e prostíbulos para bater apenas em igrejas – que eram geralmente os edifícios mais altos em qualquer cidade, e muitas vezes tinham gigantes sinos de metal em suas torres.

5. Alguns insistiam que turbinas eólicas podiam causar ansiedade e náuseas

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A energia eólica fornece a países como a Dinamarca e Alemanha algo em torno de 10 a 20% de sua produção de energia, tudo isso sem poluir o meio ambiente. Mas, em alguns lugares, como nos Estados Unidos (QUEM DIRIA!?) e na Austrália, planejar a construção de turbinas eólicas é um pepino, porque alguns disseminam o medo de um bicho-papão de saúde conhecido como “síndrome da turbina de vento”.

Cada coisa…

De acordo com os sofredores, estar perto de turbinas eólicas pode desencadear toda uma infinidade de sintomas vagos, como vertigem, ansiedade, palpitações, náuseas e até esquecimento. Além disso, de acordo com a pesquisa científica, isso não é uma coisa que de fato exista, apesar de dezenas de processos judiciais tentarem argumentar que essas sensações de mal-estar são atribuíveis a um ventilador gigante.

Vítimas autoproclamadas de turbinas eólicas teorizam que é o zumbido de baixa frequência das lâminas o grande vilão da história. Muitas vezes, ele é baixo demais para realmente ser percebido pelo ouvido humano, mas de qualquer forma “perturba” a sua harmonia corporal.

Para testar esta teoria, os cientistas educaram um grupo de pessoas sobre os supostos perigos de sons de baixa frequência e, em seguida, colocaram essas pessoas em uma sala em que receberam o real “infrassom”, ou então receberam silêncio total que lhes foi dito como tal. O resultado foi que as pessoas registraram um pico de ansiedade tanto quando foram expostas ao som, quanto quando apenas acreditavam que tinham sido.

Isto significa que a “síndrome da turbina de vento” é provavelmente apenas um efeito psicológico, que é irmão do efeito placebo.

4. Música polifônica foi chamada de ferramenta do diabo

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Na igreja medieval, a única música que era autorizada a tocar na casa de Jesus era o canto gregoriano solene que, ao mesmo tempo que é bonito em sua própria maneira, é estritamente monofônico. Ou seja, as pessoas estão sempre cantando a mesma nota o tempo todo.

Mas, nos séculos 13 e 14, houve uma crise teológica entre jovens músicos liberais que começou a infectar a santidade da igreja com o barulho do Diabo: a tal da música polifônica. O que significa que havia mais do que um instrumento sendo utilizado, e que cada músico estava fazendo suas própria harmonia, ou o que as pessoas da época costumavam chamar de orgia musical.

Você pode reconhecer isso como praticamente a base de toda a música de hoje, com exceção de seu despertador – e olhe lá.

O Papa proibiu!

Assim que o Papa João XXII ouviu tamanha heresia musical, proibiu imediatamente a produção de melodias polifônicas, insistindo que elas iriam “intoxicar a orelha sem satisfazê-la”. Queira muito entender o que ele quis dizer com isso.

A música ainda poderia criar uma “atmosfera sensual e indecente” na missa: o temor era que, momentos depois que a banda começasse a tocar um destes hinos desordenados, toda a congregação estaria rolando nua entre os bancos achando que estava em uma festa de aniversário na casa de Calígula.

E, não, caso você esteja se perguntando, não há nada sobre esse tipo de proibição na Bíblia.

A música polifônica foi amplamente rechaçada pela Igreja até meados dos anos 1500, quando a “Missa Papae Marcelli” foi composta. Um sofro de música polifônica sacudiu o vaticano e o Papa Marcelo II decidiu que esta missa, escrito em sua homenagem, era muito bonita e deveria ser tocada, sim.

VER ESTE VÍDEO: https://youtu.be/BRfF7W4El60

3. Críticos se preocupam que a Ponte Golden Gate, conhecida por um incrivelmente alto número de suicídios, fique feia

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A Ponte Golden Gate é um dos destinos de suicídio mais populares do mundo, o que não é uma reivindicação que San Francisco, nos Estados Unidos, faz em seus folhetos de viagem. Entre 50 e 100 pessoas tentam saltar dali para a morte por ano, e embora nem todo mundo consiga de fato morrer (porque a água tende a amaciar a queda melhor do que o concreto), em 2013 foi registrado um número alto de mortos na ponte, com 46 suicídios “de sucesso”.

Quando a cidade decidiu que bastava dessa palhaçada de ser destino de morte, os governantes investiram 76 milhões de dólares para a construção de uma rede de segurança sob a ponte, que teria o objetivo de pegar supostos suicidas e potencialmente salvar dezenas de vidas todos os anos.

Infelizmente, o plano foi travado pela comunidade local. Por que as pessoas se opõem a uma rede de suicídio na ponte de suicídio mais popular do mundo? Porque ela tem gosto duvidoso e deixa o visual da construção feio. SÉRIO? Sério.

Depois de pesquisar entre os cidadãos de San Francisco o que eles achavam sobre esse projeto, a maioria dos entrevistados totalmente rejeitou o plano devido ao medo de que a tal rede pudesse estragar a estética perfeita da ponte.

A culpa não é da ponte

Um dos argumentos mais populares é que as pessoas que optam por cometer suicídio estão indo para fazê-lo de qualquer maneira, não importa os esforços para detê-los.

Mas a pesquisa mostra que isso simplesmente não é verdade. O suicídio é mais frequentemente uma decisão por impulso. No caso específico de pontes, tem sido demonstrado que, quando as pessoas são impedidas de saltar devido a uma barreira ou líquido, a grande maioria deles aborta seus planos.

2. Os primeiras ciclistas tinham uma doença chamada “cara de bicicleta”

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A Era Vitoriana viu uma revolução na recreação com a invenção do “velocípede”, que é o que eles costumavam chamar uma bicicleta. Vitorianos de todas as classes ficavam muito satisfeitos com a ideia de um modo de transporte muito mais eficiente do que tentar andar a pé em qualquer lugar com 10 camadas de roupa, e ainda ficar em forma.

As mulheres usavam o transporte deliberadamente, mas a visão de meninas passeando livremente, não acompanhadas por homens, criou um problema com todos os monóculos que se proliferavam nas ruas. Em breve, os médicos começaram a alertar que essa geringonça diabólica era perigosa, especificamente devido a uma condição potencial para a saúde que, com toda a seriedade possível, era chamada de “cara de bicicleta”.

O pensamento era de que, devido à incapacidade de uma mulher de competentemente dirigir qualquer tipo de dispositivo com partes móveis, ou realmente manter a função motora básica humana sem desmaiar em um sofá posicionado estrategicamente, a complicada tarefa de manter o equilíbrio em uma bicicleta e, ao mesmo tempo, tentar pedalar iria causar estragos na sua postura delicada, e o estresse iria desfigurar seus rostos permanentemente.

Os horrores da “cara de bicicleta” incluíam senhoras com a tez pálida, lábios apertados, sombras escuras ao redor dos olhos, e uma expressão permanentemente cansada, devido à intensa concentração exigida apenas para permanecerem vivas.

Alguns médicos mais igualitários tentaram reformar o projeto da bicicleta, como a posição do guidão, em uma tentativa de torná-los mais acessíveis às mulheres sem transformá-las em trolls hediondos, enquanto outros doutores recomendaram que os homens simplesmente não deixassem que suas mulheres nem chegassem perto de bicicletas se quisessem permanecer capazes de olhá-las à luz do dia.

Mas e se a mulher fosse do tipo teimosa?

No caso de sua senhora simplesmente insistir em pedalar por aí loucamente, praticando esse passatempo esteticamente perigoso, os jornais publicaram colunas de conselhos elas desfrutarem de seus velocípedes com um efeito mínimo negativo. Os conselhos incluíam “não gritar se você ver uma vaca” e “não tentar perguntar a cada homem que você vê o que ele pensa da sua roupa”.

1. Chegaram a alegar que uma viagem de trem poderia desintegrar as pessoas

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Na década de 1820, o sonho da humanidade era viajar grandes distâncias em uma apertada lata de sardinha, altamente poluente, que conhecemos como locomotiva a vapor.

É impossível exagerar o quão grande era sua capacidade de viajar e/ou transportar mercadorias a uma velocidade mais rápida do que um trote animal de carga. Essa tecnologia encurtou distâncias. Eliminou fronteiras. Impulsionou economias. Enfim.

Além disso, de repente as pessoas podiam visitar lugares distantes sem se preocupar em ficar atoladas na pradaria e terem que comer seus companheiros de viagem. Parece bom, não?

Nem todo mundo ficou emocionado com essa ideia, no entanto.

Qual era o problema?

Especificamente, as pessoas estavam preocupadas com os efeitos que viajar a velocidades insondáveis de até 30 km/h poderiam causar sobre o frágil corpo humano.

Propagandistas anti-trem alertaram que subir a bordo de uma dessas armadilhas de morte poderia, no pior dos casos, fazer com que o corpo humano se desintegrasse sob o estresse de viajar a velocidades que, nos dias de hoje, fariam você quer puxar uma arma e atirar em si mesmo.

Temia-se que os homens ficassem asfixiados, e as mulheres sofressem uma morte ainda mais violenta devido a seu corpo mais frágil.

Na verdade, houve até preocupações de que simplesmente ver um trem viajando prejudicaria o ambiente e levaria as pessoas à loucura. O medo era que um trem em movimento iria arruinar colheitas, coalhar o leite das vacas e até mesmo induzir uma forma de insanidade chamada de “delirium furiosum”.

Foi, na verdade, recomendado que barreiras de 2 metros fossem erguidas ao lado dos trilhos para proteger as pessoas de ver os trens e ficarem insanas. [Cracked]

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Autor: Gabriela Mateos
é publicitária e não passou sequer um dia de seus 25 anos sem procurar alguma coisa nova para fazer.

Fonte = http://hypescience.com/8-medos-hilarios-que-atrasaram-o-progresso-da-humanidade/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

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sábado, 28 de março de 2015

5 formas assustadoras de controle da mente que ocorrem diariamente

 

5 formas assustadoras de controle da mente que ocorrem diariamente

Propaganda e marketing podem usar a psicologia para manipulá-lo a pensar de uma determinada forma, sem que você perceba o que está acontecendo.

E se você acha que é esperto demais cair no blá blá blá de anúncios aos quais você sequer presta atenção, prepare-se para ficar de queixo caído.

5. A cor de uma pílula pode influenciar sua eficácia

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Em “Matrix”, a pílula vermelha deixaria Neo “acordar” para o mundo real, e a pílula azul o deixaria ficar “adormecido” no mundo dos sonhos. Agora vá para a sua farmácia. De que cor são todas as pílulas para dormir?

Azuis, certo? Se não a pílula, pelo menos sua embalagem. Isso não é coincidência. Pesquisadores descobriram que a cor de uma pílula faz diferença na forma como ela funciona. Em um estudo, cada paciente recebeu o mesmo sedativo, mas alguns o receberam em uma pílula azul e outros em uma pílula laranja. Quem tomou a pílula azul dormiu 30 minutos mais rápido, e por 30 minutos mais tempo.

Essa é mais uma manifestação estranha do efeito placebo. Esse fenômeno já ilógico também é afetado pela cor da pílula. Em um experimento diferente, os participantes foram informados de que receberiam um sedativo ou estimulante, quando na verdade todas as pílulas eram placebos. No entanto, 66% dos indivíduos que tomaram pílulas azuis relataram se sentir menos alertas, em comparação com apenas 26% daqueles que tomaram pílulas cor-de-rosa. Isso porque somos treinados a pensar que azul = sono.

Em outro estudo, quando pesquisadores colocaram vários pacotes de medicamentos falsos na frente de voluntários, eles associaram certas cores de caixas com certos tipos de remédios. Cores quentes, como marrom e vermelho, foram percebidos como mais potentes – e é por isso que remédios para o coração, por exemplo, são geralmente dessa cor. Os remédios verde e amarelo pareciam mais fracos para os participantes do estudo.

Por fim, associações de cores também são culturais. Na América, o azul é uma cor calmante, mas na Itália é associada com a equipe nacional de futebol. Assim, cientistas descobriram que pílulas azuis não deixam os italianos calmos, mas sim agitados.

4. Priming é uma técnica sinistra que te leva a fazer associações subconscientes

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Sim, é perfeitamente possível manipular as pessoas para determinados comportamentos, e não estamos falando de sugestões subliminares, que são besteiras, mas de priming – um efeito que se refere à influência de um evento antecedente sobre o desempenho de um evento posterior.

Por exemplo, já reparou que muitos mercados possuem flores logo na entrada? Quem compra flores em mercados? Quase ninguém. Então por que isso?

A ideia por trás das flores é que dar de cara com um produto altamente perecível ainda fresco te leva a pensar em frescor (priming), e você vai levar essa mentalidade até o açougue e comprar aquela carne com desconto como se ela tivesse acabado de sair de uma vaca morta no fundo do mercado.

Parece besteira – seres humanos não conectam ideias completamente alheias dessa forma, certo? No entanto, a teoria é confirmada praticamente todas as vezes que os cientistas a testam.

Por exemplo, em um estudo, participantes que ouviram palavras relacionadas a grosseria (como “agressividade”, “rude”, “incômodo”, “perturbar” e “intrometer”) interromperam o experimentador mais frequentemente durante uma conversa do que os que não tinham ouvido nada do tipo.

Em outro estudo, participantes acidentalmente esbarraram em uma pessoa, que deixou cair suas coisas. Enquanto a pessoa as recuperava, pedia aos participantes para segurar sua bebida quente ou fria. Quando os participantes foram convidados a avaliar a personalidade de uma pessoa hipotética durante a pesquisa, os que se depararam com um chá gelado eram mais propensos a chamar a pessoa de “fria” ou “egoísta” do que os alunos que esbarraram em um colega com uma xícara de café quente.

Da próxima vez que você ver um anúncio na TV, considere o que estava passando antes dele. Anunciantes pagam mais para uma colocação que leve a “priming” – por exemplo, anúncios de um serviço de emergência para veículos durante um intervalo comercial após uma cena de acidente de carro em um seriado. Vale a pena, porque estudos mostram que o priming torna as pessoas duas vezes mais propensas a comprar o produto.

3. Nosso ponto de vista sobre um assunto depende de como é dito/escrito

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Pequenas alterações em um texto podem alterar também a opinião das pessoas. Por exemplo, quatro organizações separadas realizaram pesquisas para ver qual percentagem de americanos apoiava o programa de saúde Obamacare. Chamá-lo de “plano de saúde administrado pelo governo – algo como o Medicare que as pessoas idosas têm direito” levou a 66% de apoio. Chamá-lo de “um plano de saúde administrado pelo governo” despencou o apoio a 44%. Chamá-lo de “exatamente o que Mussolini teria desejado” reduziu o número de apoio para 2%.

Isso porque o cérebro pode ser manipulado com diferenças muito sutis no texto, independentemente do seu nível de conhecimento.

Em outro estudo, psicólogos sociais enviaram inquéritos a várias centenas de eleitores registrados antes de uma eleição. Metade respondeu à pergunta: “É importante votar?”, enquanto a outra metade respondeu “É importante ser um eleitor?”. As pessoas que leram a palavra “eleitor” eram quase 14% mais propensas a votar de verdade no dia da eleição (nos EUA, o voto é opcional). O uso da palavra “eleitor” levou as pessoas a identificar-se com o texto – elas SÃO de fato eleitoras, votando ou não. Enquanto isso, “votar” é apenas uma tarefa que as pessoas podem realizar ou não. O texto que traz identificação, então, pode ser mais eficiente, a um nível subconsciente.

2. Fazer coisas em uníssono te conecta com as pessoas

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Já foi a um evento esportivo, com um estádio lotado, e cantou o hino nacional ou outra canção com milhares de outras pessoas? Cientistas descobriram que quando realizamos atividades sincronizadas, como recitar cânticos ou até mesmo caminhar lado a lado, acabamos nos sentindo mais conectados com as pessoas com quem estamos realizando estas atividades.

Não é o que você está dizendo ou cantando que importa. É apenas o fato de que você está realizando essas atividades em uníssono com outras pessoas. Pesquisadores da Universidade de Stanford (EUA) descobriram que, quando voluntários foram orientados a andar pelo campus juntos, a simples diferença entre deixá-los andar normalmente contra instrui-los a andar lado a lado aumentou a disposição dos voluntários de cooperar uns com os outros depois.

Ainda mais surpreendente, isso não teve nada a ver com quaisquer emoções positivas criadas pelas atividades sincronizadas. Tenham ou não gostado da realização das atividades, os participantes simplesmente se tornaram mais cooperativos uns com os outros. Os cientistas concluíram que “rituais de sincronia” podem ter evoluído como uma maneira de levar as pessoas a trabalhar em conjunto e a estar dispostas a fazer sacrifícios pessoais para o benefício do grupo.

1. Carros têm expressões faciais e gostamos de comprar os que parecem mais agressivos

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A mente humana gosta de ver rostos e formas em tudo, desde nuvens a torradas. O fenômeno tem até um nome: pareidolia.
Quando vemos caras em coisas, não nos limitamos a dizer: “Ei, essa casa se parece com Hitler”. Também associamos essas coisas com emoções – e não queremos morar em tal casa.

Sendo assim, pesquisadores da Universidade de Viena (Áustria) descobriram que subconscientemente ligamos emoções a carros.
Cada carro possui dois faróis (olhos), uma grade (boca) e talvez algo que se pareça com um nariz. Então, sabendo que atribuindo emoções a objetos, seria normal pensar que a maioria de nós escolheria carros com aparência mais feliz, certo? Como um fusca.

Só que não. Quando dirigimos, não queremos fazer amigos – queremos transmitir resistência, velocidade, agressividade. Então, queremos carros com caras de “fodão”. Os mais baixos, mais largos, com uma grande entrada de ar e faróis angulares ou do tipo fenda são os que mais passam a imagem de poder. Como um Dodge Charger, que parece irritado.

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Ou Bugatti Veyron, que certamente passaria por cima de um pedestre.

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Autor: Natasha Romanzoti
tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

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domingo, 8 de março de 2015

Cristo Redentor é iluminado de rosa em homenagem ao Dia da Mulher

Cristo Redentor é iluminado de rosa em homenagem ao Dia da Mulher

Arquidiocese costuma mudar cor das luzes em datas comemorativas.
Dia Internacional da Mulher no Rio foi de céu nublado e chuva fraca.

Do G1 Rio

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Cristo ganhou iluminação rosa em homenagem às mulheres (Foto: Alessandro Buzas/ Agência O Dia/ Estadão Conteúdo)

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Cristo Redentor foi iluminado de rosa na noite deste domingo (8), no Rio. A mudança nas luzes do cristo é feita pela Arquidiocese, que costuma mudar a cor em datas comemorativas.
O domingo da mulher foi de tempo fechado no Rio. Ao fim da tarde, houve registro de chuva fraca em pontos isolados da cidade.
Por causa do dia comemorativo, um grupo protestou na praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, em defesa aos direitos das mulheres. A ideia inicial da manifestação era celebrar o Dia Internacional da Minissaia, criado pelo Coletivo Mulheres Rodadas. Porém, o encontro de diversos movimentos feministas acabou reunindo muitas pessoas na orla carioca para debater inúmeros temas.

saiba mais

"A nossa intenção é chamar a atenção para atitudes machistas, e fazer piada. Sempre de maneira leve, colorida e a mais descontraída possível vamos falar de coisas sérias. Hoje a mulher pode vestir o que ela quiser, no entanto quando vai com uma roupa curta, isso muda a intenção dos homens e isso gera revolta. As vezes a mulher sofre uma violência e está de roupa curta, ela sai como culpada", disse uma das organizadoras do evento, Renata Rodrigues.
No calçadão do bairro, próximo ao Posto 4, os cariocas e turistas puderam participar de inúmeras atividades como dança com bambolês, penteados, produção de tatuagens e até assinaturas de manifestos.
Apoio de Valesca
Além dos coeltivos, outro reforço de peso recebido pelo grupo Mulheres Rodadas foi o de Valesca Popozuda. A cantora não participou do ato, porque tinha um show agendado, mas gravou um vídeo convocando as mulheres para o movimento. O vídeo está disponível na página do evento, que foi definido por Débora Thomé como uma ação de celebração à liberdade feminina.

Fonte = http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/03/cristo-redentor-e-iluminado-de-rosa-em-homenagem-ao-dia-da-mulher.html

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7 alterações físicas que sua mente pode fazer em seu corpo

7 alterações físicas que sua mente pode fazer em seu corpo

Publicado em 7.02.2015

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Não acredita no poder da mente sobre o corpo? É só pensar no efeito placebo. Ou todas as doenças estão na nossa cabeça, ou nossa cabeça é realmente capaz de curar doenças. De qualquer forma, esse é apenas um de muitíssimos fenômenos que provam que a mente é muito mais incrível que o corpo.

7. Se sua mente acreditar que você não está cansado, é como se você não estivesse cansado

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Pesquisadores do Colorado College (EUA) mediram as ondas cerebrais de participantes enquanto eles dormiam. Também disseram aos participantes que a quantidade de tempo que eles gastavam em sono REM tinham um efeito enorme sobre seu descanso na manhã seguinte (o que não é verdade).

Em seguida, eles separaram aleatoriamente os participantes em grupos. Um grupo soube que tinha passado muito tempo no sono REM. O segundo grupo soube que teve uma má noite de sono, pois não passou muito tempo em REM (o que também não era verdade).

Devido ao efeito placebo, seria normal se as pessoas informadas de que não descansaram à noite começassem a bocejar imediatamente, independente da verdade. Mas o que realmente aconteceu foi mais surpreendente. Ambos os grupos fizeram testes cognitivos e os pesquisadores descobriram que, de alguma forma, o primeiro grupo teve um desempenho significativamente melhor. Só porque eles pensaram que tiveram um sono de qualidade, seus cérebros realmente começaram a trabalhar melhor.

Ou seja, não reclame de cansaço nas manhãs mais duras de trabalho. Tudo indica que você se sairá melhor se acreditar fielmente que dormiu bem.

6. Efeito placebo funciona até com animais

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O ponto do efeito placebo parece ser a expectativa dos indivíduos – supor que o remédio vai funcionar é o que faz com que ele funcione.

Se o seu cão fica doente, você tem que enganá-lo para tomar remédio, geralmente escondendo-o em meio à comida. Por isso, pode-se presumir que a expectativa do cão é somente de comer algo incrível. Como poderia uma pílula de placebo funcionar para ele, se o bichinho nem sabe que está tomando uma?

A resposta é condicionamento. Aparentemente, a expectativa não precisa ser consciente. Um estudo feito com cães que apresentaram sinais de ansiedade de separação começou dando aos animais doses regulares de um medicamento real, o que foi eficaz. Quando os pesquisadores trocaram a medicação por um placebo, o tratamento continuou funcionando. Evidentemente, os pequenos cérebros dos cachorros ainda estavam fazendo uma espécie de conexão pavloviana entre o tratamento e o resultado, mesmo que os próprios cães não estivessem conscientes sequer de que estavam se tratando.

5. Pensamento positivo pode melhorar a sua visão

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Muitos medicamentos placebo podem funcionar em condições um pouco nebulosas, por exemplo, um suplemento para reduzir a dor articular pode parecer eficaz simplesmente porque é difícil quantificar a dor. Mas como o efeito placebo poderia funcionar com coisas que são fáceis de quantificar, como a precisão da sua visão?

Quem tem uma visão normal provavelmente consegue ler os primeiros dois terços de um teste de visão (aqueles quadros com letras usados pelos oftalmologistas) muito bem.

Pesquisadores de Harvard resolveram criar novos testes de visão com letras ainda menores do que o usual e, em seguida, realizaram os testes em participantes que não sabiam disso. Como as pessoas esperavam ter dificuldade somente com o último terço do quadro, acabaram lendo corretamente as letras que eram muito pequenas até para uma pessoa com visão normal.

Os cientistas também descobriram que apenas inverter a ordem das letras no quadro, colocando as menores no topo e as maiores embaixo, teve um resultado semelhante, com mais pessoas sendo capazes de lê-las corretamente por causa da expectativa que já tinham de que o topo do quadro seria mais fácil de ler.

Mesmo o entorno das pessoas pode desempenhar um papel na precisão de sua visão. Em outro experimento, cadetes que associavam pilotos de caça com boa visão tiveram um desempenho substancialmente melhor em testes de visão quando estavam fingindo ser um em um simulador. Somente agir como alguém com boa visão foi o suficiente para enganar o cérebro dos cadetes a realmente ter boa visão.

4. Você pode enganar seu corpo a ficar em forma

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Se você está tentando perder peso, sabe a importância de comer direito. Mas você tem um inimigo: um hormônio chamado grelina, que afeta sua fome e quão rápido seu metabolismo queima calorias. Quanto mais tempo você fica sem comer, mais os níveis de grelina aumentam, de forma que você fica com fome e seu metabolismo fica mais lento. Um combo Big Mac faz com que os níveis de grelina diminuam bastante rapidamente, mas uma maçã não. Então, uma das razões pelas quais pessoas obesas quase sempre ganham de volta o peso que perderam é que seus níveis de grelina nunca se ajustam.

Em um estudo, quando participantes beberam um milkshake com alto teor calórico, isso fez com que seus níveis de grelina caíssem mais do que quando receberam um milkshake de baixa caloria. Mas a boa notícia foi que o mesmo ocorreu quando os participantes apenas PENSARAM que tomaram o milkshake altamente calórico. O metabolismo acelerou e a fome foi embora. Do mesmo jeito, os participantes que acharam que estavam consumindo a opção mais saudável tiveram fome mais rápido e seus metabolismos ficaram mais lentos.

Ainda mais estranho foram os resultados de um estudo envolvendo grupos de empregadas de hotéis. Um grupo foi informado de que o seu trabalho no dia-a-dia servia como exercício físico. Só essa informação foi o suficiente para diminuir a pressão arterial, melhorar a gordura corporal e até mesmo ajudar as empregadas desse grupo a perder peso, apesar de nenhuma delas ter feito mais exercício do que o habitual. A única mudança foi mental.

3. Placebo pode funcionar mesmo que você saiba que é placebo

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Um estudo que utilizou apenas placebos para tratar pacientes, informando-os do que eram, descobriu que o efeito pode funcionar mesmo que as pessoas saibam exatamente que não estão tomando um remédio real.

Os pesquisadores separaram dois grupos de pacientes com síndrome do intestino irritável e um deles recebeu um frasco de comprimidos nomeado “Placebo”, enquanto o outro não recebeu nada. O grupo do placebo ouviu uma explicação do médico de que aquilo não continha nenhum ingrediente ativo.

No grupo que não recebeu nenhum comprimido, apenas 35% dos pacientes relataram melhora após três semanas. No grupo que tomou conscientemente placebo, 60% relataram melhora.

Os pesquisadores acreditam que uma grande parte dos resultados se deveu ao fato de que os pacientes estavam bem informados sobre o próprio efeito placebo e o quão poderoso ele pode ser. Ou seja, sua crença no efeito placebo se tornou seu placebo.

2. Médicos prescrevem medicação real por seu efeito placebo

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Se você ainda não está convencido de que o efeito placebo permeia todos os aspectos de sua vida cotidiana, considere isto: o efeito placebo não é causado apenas por placebos. De fato, alguns pesquisadores acham que ele tem um papel em praticamente todos os tratamentos médicos.

É difícil descobrir exatamente quanto benefício de um medicamento vem do seu efeito placebo, mas um estudo com a medicação para a dor Maxalt determinou que até metade do alívio sentido pelos pacientes foi, na verdade, resultado de suas expectativas e não do próprio medicamento. A eficácia de outros tratamentos, como os com antidepressivos, pode depender em até 80% do efeito placebo.

Os médicos sabem disso, e usam essa informação a seu favor. Um estudo de 2007 feito em Chicago, nos EUA, concluiu que cerca de metade dos médicos prescreviam tratamentos ou medicamentos inúteis na esperança de induzir um efeito placebo no paciente. Se o doente pensa que vai ajudar, o tratamento pode de fato ajudá-lo.

Isso funciona na direção contrária também. Uma pesquisa descobriu que pacientes que tomaram a medicação Finasteride e foram informados de que disfunção sexual era um possível efeito colateral tiveram duas vezes mais probabilidade de sofrer de impotência.
Ou seja, pode ser uma boa ideia pular a lista de possíveis efeitos colaterais dos remédios que você está tomando atualmente.

1. Quando mais caro é alguma coisa, melhor ela funciona

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Uma medicação para a dor que custa R$ 50 a caixa é mais provável de ajudá-lo do que uma que custa apenas R$ 10, mesmo se ambos os comprimidos forem idênticos. Isso de acordo com um estudo feito pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) que concluiu que, como esperamos mais de coisas caras, nossos cérebros podem transformar essa expectativa em uma profecia autorrealizável.

Caso você esteja se perguntando, não, não funciona só com medicamentos. Um outro estudo descobriu que pessoas que pensaram que beberam uma bebida energética cara se sentiram mais alertas e desempenharam melhor em testes cognitivos do que aqueles que tomaram a mesma bebida, mas ficaram sabendo que ela estava com desconto.

E, enquanto não é nenhuma surpresa que as pessoas dizem preferir um vinho caro a um barato, mesmo que sequer saibam a diferença entre eles, quando pesquisadores mapearam cérebros de participantes de um estudo, verificou-se que os cérebros dos que tomaram o vinho que eles pensaram que era o mais caro de fato estavam “curtindo” mais a bebida. [Cracked]

5 formas assustadoras de controle da mente que ocorrem diariamente

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Autor: Natasha Romanzoti

tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

Fonte = http://hypescience.com/7-alteracoes-fisicas-que-sua-mente-pode-fazer-em-seu-corpo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

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