--------------------------------------------------------------- ------------------------------------------------- ------------------------------------------------ ------------------------------------------------ VÁRIOS ASSUNTOS: Março 2015

OLHO DE HÓRUS

OLHO DE HÓRUS
Tambem conhecido como "Udyat", o Olho de Hórus tem o significado de poder e protenção, relacionado ao Deus Hórus. Era um dos mais poderosos amuletos usados no Egito em tdas as épocas.

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sábado, 28 de março de 2015

5 formas assustadoras de controle da mente que ocorrem diariamente

 

5 formas assustadoras de controle da mente que ocorrem diariamente

Propaganda e marketing podem usar a psicologia para manipulá-lo a pensar de uma determinada forma, sem que você perceba o que está acontecendo.

E se você acha que é esperto demais cair no blá blá blá de anúncios aos quais você sequer presta atenção, prepare-se para ficar de queixo caído.

5. A cor de uma pílula pode influenciar sua eficácia

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Em “Matrix”, a pílula vermelha deixaria Neo “acordar” para o mundo real, e a pílula azul o deixaria ficar “adormecido” no mundo dos sonhos. Agora vá para a sua farmácia. De que cor são todas as pílulas para dormir?

Azuis, certo? Se não a pílula, pelo menos sua embalagem. Isso não é coincidência. Pesquisadores descobriram que a cor de uma pílula faz diferença na forma como ela funciona. Em um estudo, cada paciente recebeu o mesmo sedativo, mas alguns o receberam em uma pílula azul e outros em uma pílula laranja. Quem tomou a pílula azul dormiu 30 minutos mais rápido, e por 30 minutos mais tempo.

Essa é mais uma manifestação estranha do efeito placebo. Esse fenômeno já ilógico também é afetado pela cor da pílula. Em um experimento diferente, os participantes foram informados de que receberiam um sedativo ou estimulante, quando na verdade todas as pílulas eram placebos. No entanto, 66% dos indivíduos que tomaram pílulas azuis relataram se sentir menos alertas, em comparação com apenas 26% daqueles que tomaram pílulas cor-de-rosa. Isso porque somos treinados a pensar que azul = sono.

Em outro estudo, quando pesquisadores colocaram vários pacotes de medicamentos falsos na frente de voluntários, eles associaram certas cores de caixas com certos tipos de remédios. Cores quentes, como marrom e vermelho, foram percebidos como mais potentes – e é por isso que remédios para o coração, por exemplo, são geralmente dessa cor. Os remédios verde e amarelo pareciam mais fracos para os participantes do estudo.

Por fim, associações de cores também são culturais. Na América, o azul é uma cor calmante, mas na Itália é associada com a equipe nacional de futebol. Assim, cientistas descobriram que pílulas azuis não deixam os italianos calmos, mas sim agitados.

4. Priming é uma técnica sinistra que te leva a fazer associações subconscientes

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Sim, é perfeitamente possível manipular as pessoas para determinados comportamentos, e não estamos falando de sugestões subliminares, que são besteiras, mas de priming – um efeito que se refere à influência de um evento antecedente sobre o desempenho de um evento posterior.

Por exemplo, já reparou que muitos mercados possuem flores logo na entrada? Quem compra flores em mercados? Quase ninguém. Então por que isso?

A ideia por trás das flores é que dar de cara com um produto altamente perecível ainda fresco te leva a pensar em frescor (priming), e você vai levar essa mentalidade até o açougue e comprar aquela carne com desconto como se ela tivesse acabado de sair de uma vaca morta no fundo do mercado.

Parece besteira – seres humanos não conectam ideias completamente alheias dessa forma, certo? No entanto, a teoria é confirmada praticamente todas as vezes que os cientistas a testam.

Por exemplo, em um estudo, participantes que ouviram palavras relacionadas a grosseria (como “agressividade”, “rude”, “incômodo”, “perturbar” e “intrometer”) interromperam o experimentador mais frequentemente durante uma conversa do que os que não tinham ouvido nada do tipo.

Em outro estudo, participantes acidentalmente esbarraram em uma pessoa, que deixou cair suas coisas. Enquanto a pessoa as recuperava, pedia aos participantes para segurar sua bebida quente ou fria. Quando os participantes foram convidados a avaliar a personalidade de uma pessoa hipotética durante a pesquisa, os que se depararam com um chá gelado eram mais propensos a chamar a pessoa de “fria” ou “egoísta” do que os alunos que esbarraram em um colega com uma xícara de café quente.

Da próxima vez que você ver um anúncio na TV, considere o que estava passando antes dele. Anunciantes pagam mais para uma colocação que leve a “priming” – por exemplo, anúncios de um serviço de emergência para veículos durante um intervalo comercial após uma cena de acidente de carro em um seriado. Vale a pena, porque estudos mostram que o priming torna as pessoas duas vezes mais propensas a comprar o produto.

3. Nosso ponto de vista sobre um assunto depende de como é dito/escrito

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Pequenas alterações em um texto podem alterar também a opinião das pessoas. Por exemplo, quatro organizações separadas realizaram pesquisas para ver qual percentagem de americanos apoiava o programa de saúde Obamacare. Chamá-lo de “plano de saúde administrado pelo governo – algo como o Medicare que as pessoas idosas têm direito” levou a 66% de apoio. Chamá-lo de “um plano de saúde administrado pelo governo” despencou o apoio a 44%. Chamá-lo de “exatamente o que Mussolini teria desejado” reduziu o número de apoio para 2%.

Isso porque o cérebro pode ser manipulado com diferenças muito sutis no texto, independentemente do seu nível de conhecimento.

Em outro estudo, psicólogos sociais enviaram inquéritos a várias centenas de eleitores registrados antes de uma eleição. Metade respondeu à pergunta: “É importante votar?”, enquanto a outra metade respondeu “É importante ser um eleitor?”. As pessoas que leram a palavra “eleitor” eram quase 14% mais propensas a votar de verdade no dia da eleição (nos EUA, o voto é opcional). O uso da palavra “eleitor” levou as pessoas a identificar-se com o texto – elas SÃO de fato eleitoras, votando ou não. Enquanto isso, “votar” é apenas uma tarefa que as pessoas podem realizar ou não. O texto que traz identificação, então, pode ser mais eficiente, a um nível subconsciente.

2. Fazer coisas em uníssono te conecta com as pessoas

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Já foi a um evento esportivo, com um estádio lotado, e cantou o hino nacional ou outra canção com milhares de outras pessoas? Cientistas descobriram que quando realizamos atividades sincronizadas, como recitar cânticos ou até mesmo caminhar lado a lado, acabamos nos sentindo mais conectados com as pessoas com quem estamos realizando estas atividades.

Não é o que você está dizendo ou cantando que importa. É apenas o fato de que você está realizando essas atividades em uníssono com outras pessoas. Pesquisadores da Universidade de Stanford (EUA) descobriram que, quando voluntários foram orientados a andar pelo campus juntos, a simples diferença entre deixá-los andar normalmente contra instrui-los a andar lado a lado aumentou a disposição dos voluntários de cooperar uns com os outros depois.

Ainda mais surpreendente, isso não teve nada a ver com quaisquer emoções positivas criadas pelas atividades sincronizadas. Tenham ou não gostado da realização das atividades, os participantes simplesmente se tornaram mais cooperativos uns com os outros. Os cientistas concluíram que “rituais de sincronia” podem ter evoluído como uma maneira de levar as pessoas a trabalhar em conjunto e a estar dispostas a fazer sacrifícios pessoais para o benefício do grupo.

1. Carros têm expressões faciais e gostamos de comprar os que parecem mais agressivos

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A mente humana gosta de ver rostos e formas em tudo, desde nuvens a torradas. O fenômeno tem até um nome: pareidolia.
Quando vemos caras em coisas, não nos limitamos a dizer: “Ei, essa casa se parece com Hitler”. Também associamos essas coisas com emoções – e não queremos morar em tal casa.

Sendo assim, pesquisadores da Universidade de Viena (Áustria) descobriram que subconscientemente ligamos emoções a carros.
Cada carro possui dois faróis (olhos), uma grade (boca) e talvez algo que se pareça com um nariz. Então, sabendo que atribuindo emoções a objetos, seria normal pensar que a maioria de nós escolheria carros com aparência mais feliz, certo? Como um fusca.

Só que não. Quando dirigimos, não queremos fazer amigos – queremos transmitir resistência, velocidade, agressividade. Então, queremos carros com caras de “fodão”. Os mais baixos, mais largos, com uma grande entrada de ar e faróis angulares ou do tipo fenda são os que mais passam a imagem de poder. Como um Dodge Charger, que parece irritado.

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Ou Bugatti Veyron, que certamente passaria por cima de um pedestre.

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Autor: Natasha Romanzoti
tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

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domingo, 8 de março de 2015

Cristo Redentor é iluminado de rosa em homenagem ao Dia da Mulher

Cristo Redentor é iluminado de rosa em homenagem ao Dia da Mulher

Arquidiocese costuma mudar cor das luzes em datas comemorativas.
Dia Internacional da Mulher no Rio foi de céu nublado e chuva fraca.

Do G1 Rio

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Cristo ganhou iluminação rosa em homenagem às mulheres (Foto: Alessandro Buzas/ Agência O Dia/ Estadão Conteúdo)

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o Cristo Redentor foi iluminado de rosa na noite deste domingo (8), no Rio. A mudança nas luzes do cristo é feita pela Arquidiocese, que costuma mudar a cor em datas comemorativas.
O domingo da mulher foi de tempo fechado no Rio. Ao fim da tarde, houve registro de chuva fraca em pontos isolados da cidade.
Por causa do dia comemorativo, um grupo protestou na praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, em defesa aos direitos das mulheres. A ideia inicial da manifestação era celebrar o Dia Internacional da Minissaia, criado pelo Coletivo Mulheres Rodadas. Porém, o encontro de diversos movimentos feministas acabou reunindo muitas pessoas na orla carioca para debater inúmeros temas.

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"A nossa intenção é chamar a atenção para atitudes machistas, e fazer piada. Sempre de maneira leve, colorida e a mais descontraída possível vamos falar de coisas sérias. Hoje a mulher pode vestir o que ela quiser, no entanto quando vai com uma roupa curta, isso muda a intenção dos homens e isso gera revolta. As vezes a mulher sofre uma violência e está de roupa curta, ela sai como culpada", disse uma das organizadoras do evento, Renata Rodrigues.
No calçadão do bairro, próximo ao Posto 4, os cariocas e turistas puderam participar de inúmeras atividades como dança com bambolês, penteados, produção de tatuagens e até assinaturas de manifestos.
Apoio de Valesca
Além dos coeltivos, outro reforço de peso recebido pelo grupo Mulheres Rodadas foi o de Valesca Popozuda. A cantora não participou do ato, porque tinha um show agendado, mas gravou um vídeo convocando as mulheres para o movimento. O vídeo está disponível na página do evento, que foi definido por Débora Thomé como uma ação de celebração à liberdade feminina.

Fonte = http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/03/cristo-redentor-e-iluminado-de-rosa-em-homenagem-ao-dia-da-mulher.html

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7 alterações físicas que sua mente pode fazer em seu corpo

7 alterações físicas que sua mente pode fazer em seu corpo

Publicado em 7.02.2015

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Não acredita no poder da mente sobre o corpo? É só pensar no efeito placebo. Ou todas as doenças estão na nossa cabeça, ou nossa cabeça é realmente capaz de curar doenças. De qualquer forma, esse é apenas um de muitíssimos fenômenos que provam que a mente é muito mais incrível que o corpo.

7. Se sua mente acreditar que você não está cansado, é como se você não estivesse cansado

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Pesquisadores do Colorado College (EUA) mediram as ondas cerebrais de participantes enquanto eles dormiam. Também disseram aos participantes que a quantidade de tempo que eles gastavam em sono REM tinham um efeito enorme sobre seu descanso na manhã seguinte (o que não é verdade).

Em seguida, eles separaram aleatoriamente os participantes em grupos. Um grupo soube que tinha passado muito tempo no sono REM. O segundo grupo soube que teve uma má noite de sono, pois não passou muito tempo em REM (o que também não era verdade).

Devido ao efeito placebo, seria normal se as pessoas informadas de que não descansaram à noite começassem a bocejar imediatamente, independente da verdade. Mas o que realmente aconteceu foi mais surpreendente. Ambos os grupos fizeram testes cognitivos e os pesquisadores descobriram que, de alguma forma, o primeiro grupo teve um desempenho significativamente melhor. Só porque eles pensaram que tiveram um sono de qualidade, seus cérebros realmente começaram a trabalhar melhor.

Ou seja, não reclame de cansaço nas manhãs mais duras de trabalho. Tudo indica que você se sairá melhor se acreditar fielmente que dormiu bem.

6. Efeito placebo funciona até com animais

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O ponto do efeito placebo parece ser a expectativa dos indivíduos – supor que o remédio vai funcionar é o que faz com que ele funcione.

Se o seu cão fica doente, você tem que enganá-lo para tomar remédio, geralmente escondendo-o em meio à comida. Por isso, pode-se presumir que a expectativa do cão é somente de comer algo incrível. Como poderia uma pílula de placebo funcionar para ele, se o bichinho nem sabe que está tomando uma?

A resposta é condicionamento. Aparentemente, a expectativa não precisa ser consciente. Um estudo feito com cães que apresentaram sinais de ansiedade de separação começou dando aos animais doses regulares de um medicamento real, o que foi eficaz. Quando os pesquisadores trocaram a medicação por um placebo, o tratamento continuou funcionando. Evidentemente, os pequenos cérebros dos cachorros ainda estavam fazendo uma espécie de conexão pavloviana entre o tratamento e o resultado, mesmo que os próprios cães não estivessem conscientes sequer de que estavam se tratando.

5. Pensamento positivo pode melhorar a sua visão

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Muitos medicamentos placebo podem funcionar em condições um pouco nebulosas, por exemplo, um suplemento para reduzir a dor articular pode parecer eficaz simplesmente porque é difícil quantificar a dor. Mas como o efeito placebo poderia funcionar com coisas que são fáceis de quantificar, como a precisão da sua visão?

Quem tem uma visão normal provavelmente consegue ler os primeiros dois terços de um teste de visão (aqueles quadros com letras usados pelos oftalmologistas) muito bem.

Pesquisadores de Harvard resolveram criar novos testes de visão com letras ainda menores do que o usual e, em seguida, realizaram os testes em participantes que não sabiam disso. Como as pessoas esperavam ter dificuldade somente com o último terço do quadro, acabaram lendo corretamente as letras que eram muito pequenas até para uma pessoa com visão normal.

Os cientistas também descobriram que apenas inverter a ordem das letras no quadro, colocando as menores no topo e as maiores embaixo, teve um resultado semelhante, com mais pessoas sendo capazes de lê-las corretamente por causa da expectativa que já tinham de que o topo do quadro seria mais fácil de ler.

Mesmo o entorno das pessoas pode desempenhar um papel na precisão de sua visão. Em outro experimento, cadetes que associavam pilotos de caça com boa visão tiveram um desempenho substancialmente melhor em testes de visão quando estavam fingindo ser um em um simulador. Somente agir como alguém com boa visão foi o suficiente para enganar o cérebro dos cadetes a realmente ter boa visão.

4. Você pode enganar seu corpo a ficar em forma

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Se você está tentando perder peso, sabe a importância de comer direito. Mas você tem um inimigo: um hormônio chamado grelina, que afeta sua fome e quão rápido seu metabolismo queima calorias. Quanto mais tempo você fica sem comer, mais os níveis de grelina aumentam, de forma que você fica com fome e seu metabolismo fica mais lento. Um combo Big Mac faz com que os níveis de grelina diminuam bastante rapidamente, mas uma maçã não. Então, uma das razões pelas quais pessoas obesas quase sempre ganham de volta o peso que perderam é que seus níveis de grelina nunca se ajustam.

Em um estudo, quando participantes beberam um milkshake com alto teor calórico, isso fez com que seus níveis de grelina caíssem mais do que quando receberam um milkshake de baixa caloria. Mas a boa notícia foi que o mesmo ocorreu quando os participantes apenas PENSARAM que tomaram o milkshake altamente calórico. O metabolismo acelerou e a fome foi embora. Do mesmo jeito, os participantes que acharam que estavam consumindo a opção mais saudável tiveram fome mais rápido e seus metabolismos ficaram mais lentos.

Ainda mais estranho foram os resultados de um estudo envolvendo grupos de empregadas de hotéis. Um grupo foi informado de que o seu trabalho no dia-a-dia servia como exercício físico. Só essa informação foi o suficiente para diminuir a pressão arterial, melhorar a gordura corporal e até mesmo ajudar as empregadas desse grupo a perder peso, apesar de nenhuma delas ter feito mais exercício do que o habitual. A única mudança foi mental.

3. Placebo pode funcionar mesmo que você saiba que é placebo

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Um estudo que utilizou apenas placebos para tratar pacientes, informando-os do que eram, descobriu que o efeito pode funcionar mesmo que as pessoas saibam exatamente que não estão tomando um remédio real.

Os pesquisadores separaram dois grupos de pacientes com síndrome do intestino irritável e um deles recebeu um frasco de comprimidos nomeado “Placebo”, enquanto o outro não recebeu nada. O grupo do placebo ouviu uma explicação do médico de que aquilo não continha nenhum ingrediente ativo.

No grupo que não recebeu nenhum comprimido, apenas 35% dos pacientes relataram melhora após três semanas. No grupo que tomou conscientemente placebo, 60% relataram melhora.

Os pesquisadores acreditam que uma grande parte dos resultados se deveu ao fato de que os pacientes estavam bem informados sobre o próprio efeito placebo e o quão poderoso ele pode ser. Ou seja, sua crença no efeito placebo se tornou seu placebo.

2. Médicos prescrevem medicação real por seu efeito placebo

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Se você ainda não está convencido de que o efeito placebo permeia todos os aspectos de sua vida cotidiana, considere isto: o efeito placebo não é causado apenas por placebos. De fato, alguns pesquisadores acham que ele tem um papel em praticamente todos os tratamentos médicos.

É difícil descobrir exatamente quanto benefício de um medicamento vem do seu efeito placebo, mas um estudo com a medicação para a dor Maxalt determinou que até metade do alívio sentido pelos pacientes foi, na verdade, resultado de suas expectativas e não do próprio medicamento. A eficácia de outros tratamentos, como os com antidepressivos, pode depender em até 80% do efeito placebo.

Os médicos sabem disso, e usam essa informação a seu favor. Um estudo de 2007 feito em Chicago, nos EUA, concluiu que cerca de metade dos médicos prescreviam tratamentos ou medicamentos inúteis na esperança de induzir um efeito placebo no paciente. Se o doente pensa que vai ajudar, o tratamento pode de fato ajudá-lo.

Isso funciona na direção contrária também. Uma pesquisa descobriu que pacientes que tomaram a medicação Finasteride e foram informados de que disfunção sexual era um possível efeito colateral tiveram duas vezes mais probabilidade de sofrer de impotência.
Ou seja, pode ser uma boa ideia pular a lista de possíveis efeitos colaterais dos remédios que você está tomando atualmente.

1. Quando mais caro é alguma coisa, melhor ela funciona

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Uma medicação para a dor que custa R$ 50 a caixa é mais provável de ajudá-lo do que uma que custa apenas R$ 10, mesmo se ambos os comprimidos forem idênticos. Isso de acordo com um estudo feito pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) que concluiu que, como esperamos mais de coisas caras, nossos cérebros podem transformar essa expectativa em uma profecia autorrealizável.

Caso você esteja se perguntando, não, não funciona só com medicamentos. Um outro estudo descobriu que pessoas que pensaram que beberam uma bebida energética cara se sentiram mais alertas e desempenharam melhor em testes cognitivos do que aqueles que tomaram a mesma bebida, mas ficaram sabendo que ela estava com desconto.

E, enquanto não é nenhuma surpresa que as pessoas dizem preferir um vinho caro a um barato, mesmo que sequer saibam a diferença entre eles, quando pesquisadores mapearam cérebros de participantes de um estudo, verificou-se que os cérebros dos que tomaram o vinho que eles pensaram que era o mais caro de fato estavam “curtindo” mais a bebida. [Cracked]

5 formas assustadoras de controle da mente que ocorrem diariamente

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Autor: Natasha Romanzoti

tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos.

Fonte = http://hypescience.com/7-alteracoes-fisicas-que-sua-mente-pode-fazer-em-seu-corpo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

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Estes alimentos podem estar MATANDO VOCÊ?

Estes alimentos podem estar MATANDO VOCÊ?

Publicado em 1.03.2015

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Segundo um estudo recente, aditivos comuns em sorvetes, margarina, pão embalado e muitos alimentos processados ​​podem promover a doenças inflamatórias do intestino, colite ulcerativa e doença de Crohn, bem como um grupo de condições relacionadas com a obesidade. Os pesquisadores se concentraram em emulsionantes – substâncias químicas adicionadas aos alimentos para melhorar a textura e aumentar sua duração (validade).

Em experiências com ratos, eles descobriram que emulsionantes podem alterar a composição de espécies de bactérias do intestino e induzir inflamação intestinal. Esta inflamação está associada com a frequentemente debilitante doença de Crohn e colite ulcerativa, assim como a síndrome metabólica, um grupo de condições que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doença cardíaca e derrame.

Os camundongos foram alimentados com emulsionantes diluídos em água potável ou adicionados a alimentos. Descobriu-se que eles acionam baixos graus de inflamação intestinal e características da síndrome metabólica, como anormalidades no nível de glicose no sangue, aumento de peso corporal e da gordura abdominal.

De acordo com a pesquisa, consumir emulsionantes aumentou o risco de colite, que imita a doença inflamatória do intestino humano, em camundongos geneticamente suscetíveis à condição. O microbiologista da Universidade Estadual da Georgia (GSU) Benoit Chassaing, cujo estudo foi publicado na revista “Nature”, disse que os efeitos vistos nos ratos também podem ser observados em seres humanos.

O estudo envolveu dois emulsionantes amplamente utilizados, polissorbato 80 e carboximetil celulose. Os pesquisadores estão planejando estudos em humanos e já estão estudando outros emulsionantes.

Emulsionantes são utilizados na margarina, maionese, molhos cremosos, doces, sorvetes, alimentos processados ​​e embalados assados. Eles podem deixar produtos como maionese suaves e cremosos em vez de uma gororoba de água e glóbulos oleosos.

Alteração na flora intestinal

Uma característica fundamental de doenças inflamatórias intestinais e síndrome metabólica é uma alteração na microbiota intestinal – os cerca de 100 trilhões de bactérias que habitam o trato intestinal – de forma a promover a inflamação. Em ratos que receberam emulsionantes, as bactérias foram mais aptas para digerir e infiltrar-se na densa camada de muco que reveste e protege os intestinos.

A incidência de doença inflamatória intestinal e da síndrome metabólica começaram a subir em meados do século XX, mais ou menos ao mesmo tempo em que os fabricantes de alimentos começaram a usar o emulsificante de forma generalizada, disseram os pesquisadores.

“Nós estávamos pensando que havia algum fator não genético aí, algum fator ambiental, que poderia explicar o aumento destas doenças inflamatórias crônicas”, conta o imunologista Andrew Gewirtz da GSU. “E nós achamos que os emulsionantes eram um bom candidato, porque eles são tão onipresentes e sua utilização tem um paralelo aproximado ao aumento destas doenças. Mas eu acho que ficamos surpresos com o quão forte os efeitos foram”, conclui. [Reuters]

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Autor: Jéssica Maes

Jornalista de 23 anos, acompanha mais seriados do que deveria, é abastecida por doces e livros e, não importa o que digam, sempre acreditou no Snape.

Fonte = http://hypescience.com/aditivos-no-pao-margarina-e-sorvete-podem-estar-causando-serias-doencas/

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